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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

"Corações Sujos"

encontra-se ainda em fase de pós-produção
e é já aguardado com alguma expectativa no Japão.


"Corações Sujos", a cargo do realizador Vicente Amorim, conta, no seu elenco, com os préstimos de alguns destacados actores nipónicos da actualidade, mas esta parece não ser necessariamente a componente mais susceptível de galvanizar a curiosidade de colunistas e de mobilizar o público japonês.

O novo filme de Vicente Amorim traz a lume uma página trágica da história recente do Brasil, desenrolada no seio de uma das suas mais destacadas comunidades imigrantes, a linhagem nipo-descendente concentrada sobretudo no Estado de São Paulo, e os efeitos que a derrota do Império do Sol Nascente na II Guerra Mundial surtiram na sua consciência e vida colectivas.

A história dos eventos dramatizados neste filme terá sido já objecto de várias obras literárias publicadas e disponíveis ao público, de entre as quais se destaca o romance homónimo de Fernando Morais que serve de inspiração a esta nova versão cinematográfica, e, no Japão, a investigação do mesmo caso levada a cabo por Takagi Toshiro, intitulada "Kyoshin ['Credo Fanático'] — Violência Política entre a Comunidade Imigrante Nipónica no Brasil" [「狂信-ブラジル日本移民の騒乱"Kyoshin — Braziru Nihon Imin No Soran" ]. No entanto o passar das décadas sobre o desfecho do incidente em causa incumbiu-se de o relegar para o foro daquelas muitas 'obscuridades' que a História acaba por arquivar longe da memória comum.

"Corações Sujos" narra a história da "Shindo Renmei" [臣道連盟] — a “Liga da Via dos Súbditos” —, uma organização nacionalista japonesa surgida em São Paulo logo após o desfecho da Segunda Guerra Mundial, que nos dois anos seguintes tratou de semear o terror entre a comunidade japonesa no Brasil, e em particular na região do Estado de São Paulo. Os seus seguidores acreditavam piamente na ideia de que a notícia da rendição do Japão em Agosto de 1945 não passava de um golpe da propaganda aliada destinado a debilitar o moral e o orgulho dos filhos de Yamato, recusando-se a aceitar a realidade da derrota.

Com a entrada do Brasil na Guerra em 1943, alinhado com a causa Aliada, a comunidade japonesa — agora conotada com o inimigo — é proibida de editar jornais ou quaisquer outras publicações, ou de fazer circular informação, na sua língua, vendo-se assim privada do acesso a notícias e informações fidedignas que lhe permitissem seguir o curso do conflito além-mar com assiduidade e isenção.

Deste modo, em poucos meses, os mais de 200 mil imigrantes que viviam no Estado de São Paulo viram-se subitamente divididos em duas facções: os ditos 'kachigumi', [勝ち組] ou “crentes na vitória” arregimentados pela Shindo Renmei [S.R.] e apoiados por, estima-se, cerca de 80% da comunidade japonesa no Brasil, e os 'makegumi' [負け組], ou “derrotistas”, apelidados de “corações sujos” pelos militantes da S.R.

Organização militarista e fanaticamente leal às tradições do seu país, a Shindo Renmei declarou guerra aos ditos “corações sujos”, a quem acusava de traição à pátria – tão-só por estes se resignarem ao facto de que o Japão fora irremediavelmente derrotado na guerra... – e passam então a perseguir, intimidar e a assassinar os odiados “derrotistas”.

Por mais de um ano, entre 1946 e 1947, os 'operacionais' da S. R. calcorrearam o Estado de São Paulo levando a cabo dezenas de atentados que implicaram a morte de pelo menos 23 imigrantes e fizeram perto de 150 feridos.

Os algozes encarregues de promover a "justiça" dentro da colónia e sanar a honra do Japão eram apelidados 'tokkotai' [特攻隊] — não surpreendentemente, o nome pelo qual eram também designados os membros dos célebres Esquadrões Especiais de Ataque [Shinpu Tokubetsu Kōgeki'Tai — 神風特別攻撃隊], vulgo 'Kamikaze' [神風].

Tratando-se, na sua esmagadora maioria, de 'vingadores' sem qualquer experiência de luta ou acções violentas, os tokkotai' davam caça aos "traidores do Japão", filhos da pátria que confessavam publicamente não sustentar quaisquer dúvidas acerca da derrota do seu país. Tratava-se de um mero acerto de contas entre a população nipo-descendente. Os brasileiros eram, no mais dos casos, mantidos à margem, e os 'tokkotai', no mais das vezes, acabavam por entregar-se voluntária e espontaneamente às autoridades, logo que consumavam a execução dos seus alvos.

Ainda assim, entre os 'tokkotai', destacou-se um 'comando' formado por sete 'crentes' oriundos da cidade de Tupã, S.P., os quais chegaram a ser presos, acusados da tentativa de assassinato de um militar brasileiro, e por este, alegadamente, ter cometido um crime passível somente de ser expiado com a morte: ultrajar o Hinomaru, a bandeira nacional do Japão. Uma vez libertados, os membros deste 'comando' foram recebidos como heróis na colónia japonesa de Marília, São Paulo.

Entre o elenco de "Corações Sujos" destaca-se a presença de Tsuyoshi Ihara, actor japonês de ascendência coreana, que o grande público internacional conhece já do notável "Cartas de Iwo Jima" de Clint Eastwood, película na qual interpretou o papel do Barão Nishi Takeichi.



(Parte substancial da informação e texto deste artigo foi respeitosamente decalcada DAQUI.)

domingo, 22 de agosto de 2010

O Japão de 1900 segundo Albert Kahn

Fascinante documentário da BBC (em Inglês, sem legendas... sorry!) sobre a assombrosa colecção de fotografias do miridíaco espólio de Albert Khan recolhidas no início do Século XX no Japão de Meiji, pelo próprio e assistido pelo seu 'Passepartout' Alfred Dutertre.

Uma visão imperdível, para nipófilos, doidos do Japão, amantes da Ásia, académicos e estudiosos e demais coca-bichinhos destas coisas.
Em quatro fascículos, aqui de um só trago.

Melhor não há!...







sábado, 14 de agosto de 2010

A Noite Dos Sabres





Da longa noite de 14.08.1945, os protagonistas — da esquerda para a direita: General Shizuichi Tanaka (田中静壱), Comandante da Região Militar Leste; Major Kenji Hatanaka (畑中健二), da Guarda Imperial, líder dos insurrectos; General Korechika Anami (阿南惟幾), Ministro da Guerra; e o 'herói' da madrugada, Yoshihiro Tokugawa (徳川義寛), Camareiro-Mor do Tennō, responsável pela salvaguarda dos discos contendo o 'Gyokuon-Hōsō' (玉音放送).


É um daqueles argumentos quase-perfeitos para um thriller histórico pleno de acção, suspense, nervos e unhas roídas. E é uma página absolutamente verídica da História do Japão: há exactamente 65 anos, 14 de Agosto de 1945, à mesma hora que decorria o último raid aéreo da Guerra — tendo por alvo a cidade de Akita [秋田], próxima de Aomori, região de Tōhoku [東北], a qual albergava a última refinaria de petróleo intacta no Impériouma facção ultra-militarista da Guarda Imperial quase lograva o impensável — impedir a transmissão do Discurso Imperial proclamando a rendição incondicional do Japão e o fim da II Guerra Mundial.
A história completa (em Inglês) AQUI.


sexta-feira, 13 de agosto de 2010

二天






Entre o espólio de uma certa colecção privada no Japão, conta-se uma pintura absolutamente notável, com mais de quatrocentos anos, representando um picanço no alto de um junco seco.
Elaborada a tinta-da-china e medindo cerca de um metro e vinte por sessenta, esta excepcional imagem exibe uma tensão e uma clarividência de espírito que sugerem exceder largamente os modestos limites impostos pelos breves traços e estreitas dimensões que a compõem.
O picanço, a ave atenta, pousada no alto do junco, exprime uma atenção e uma concentração simplesmente extraordinárias; o bico proeminente, pronunciado numa breve, quase-cruel, curvatura; o olhar fixo contemplando o Vazio que se estende ali defronte... Trata-se, sem dúvida, de um pássaro como esses que, de quando em vez, observamos nos nossos terraços e jardins. Porém, ao fixarmos o nosso olhar nesta obra, é, na verdade, aquele um-só traço, longo, tenso e'inda assim fluído, esse que compõe o junco ou a quase totalidade da sua extensão, o elemento que mais nos intimida.
Principiando do fundo, à esquerda, e como que cortando a tela num só movimento ascendente que se detém num ponto coincidente com o seu centro, ele há ali uma graça e uma força cega, indómita, no fluir daquele um-só traço tenso e estacionário, enfrentando, desafiante, aquele 'Nada' no horizonte; e o observador é levado a concluir que o pintor desta obra seria, certamente, um homem absolutamente isento de qualquer medo. De outro modo, como poderia ele ter a confiança e simultaneamente a destreza únicas daquele um-só traço comparável tão-só ao golpe letal de uma espada afiada?



*in "Go'Sho'Rin — 五書輪 — O Livro Dos Cinco Anéis",
Miyamoto Musashi, do Prefácio
ed. bilingue Japonês-Inglês,
a cargo de William Scott Wilson e Matsumoto Michihiro,
Kodansha International, Tokyo, 2001.





segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Urakami ontem, Urakami hoje





✽ ✣ ✽



Sobre Nagasaki, Sweeney e Ashworth não podiam perder tempo a decidir-se: afinal, desfalcado de uns preciosos seiscentos galões de fuel, que pouco mais deixava para o troço de regresso a Tinian (se desse sequer para lá chegar próximo, pois que, nas circunstâncias, o cenário mais optimista seria o de uma aterragem de emergência e depósitos sêcos algures em Okinawa...), somado à quase uma hora (de fuel e nervos) esbanjada no ar, sobre Yakushima, em espera pelos seus dois parceiros de missão, o 'The Great Artiste' e o 'Big Stink', e ao sobrepêso do 'Gorducho' que dormia, silente, esfíngíco, tenso e ameaçador, no seu frágil ventre de metal, a atrasar-lhe a marcha e a expô-lo a eventual fogo inimigo, ao 'Bockscar' urgia desenvencilhar-se sem mais delongas da sua sinistra carga...

Foi por volta das 10:55 — right there and then —, sobre Urakami, Nagasaki.
Ali, a escassos quarteirões dos estaleiros navais da Mitsubishi/MHI, 'justificativo' da preferência pelo alvo em causa. Uma brecha no céu... Tanto basta.


A Catedral de Urakami, aberta aos fiéis de Cristo em 1914, após quase dois séculos e meio de sofrimento na clandestinidade da sua reduzida e'inda assim tenaz comunidade de 'Kakure Kirishitan' [隠れキリシタン], entre exílios forçados, martírios e humilhações de toda a ordem, a somar a mais quatro décadas d'outras tantas dificuldades na obtenção de meios e financiamento para a sua edificação — suprimida a proibição da Fé Cristã em plena Meiji Jidai [明治時代] —, calhou achar-se, naquela fugaz manhã de Agosto, ali mesmo sob a trajectória do projéctil...


O resto são as imagens que as câmeras da época registaram...





✽ ✣ ✽

...Mas Urakami não morreu.

Urakami vive.

E Nagasaki vive.

E é a Vitória da Vida que hoje celebramos.


























segunda-feira, 12 de julho de 2010

Yamakasa


Sob o auspício de um funesto céu da côr das cinzas, tão próprio de Julho... sim! esse mesmo Julho de intermináveis chuvas e ventanias, a somar a esse sobejo, permanente calor bafejante, coisa pegajosa a colar as roupas ao corpo mal se sai de casa — estamos em plena Tsuyu (梅雨), Estação das Chuvas, a tal que medeia entre a Primavera das Sakura e o Verão propriamente dito...—, ao cair da tarde de Quinta-Feira, lá nos fizemos ao caminho e partimos em busca desses 'nippo-barrocos' Yamakasa (山笠), enormes andores, ou melhor "santuários flutuantes" como alguns preferem apelida-los, ostentando tanto de genuinamente japónico quanto de 'kitsch', entregues, assim, solenes, às ruas da Cidade das Colinas Prósperas, aguardando impávidos e altivos o grande dia do Hakata Gion Yamakasa (博多祇園山笠), 'matsuri' de primeira importância para as gentes de Hakata/Fukuoka e Kyushu--Norte, e de cuja impressionante corrida de andores — ditos kakiyamakasa (舁き山笠 — lit.: «andores flutuantes») aqui ➷ vos deixo uma breve impressão.


A história do Hakata Gion Yamakasa remonta ao ano de 1241 da nossa era, vivia então, o Japão, em pleno Período Kamakura (鎌倉時代), quando uma mortífera praga se alastrou pela baía de Hakata e as gentes da região cuidaram de trazer em seu auxílio um reputado sacerdote Shintoo que foi trazido a toda a pressa à cidade portuária pelos homens da terra, transportado em corrida pelas ruas num enorme palanquim e levado com urgência aos mais recônditos cantos da cidade com o fito de exorcizar os demónios que haviam trazido tamanha morte e infortúnio ao pobre povo.


Rezam as crónicas que foi de tal ordem a gesta heróica dos homens do porto Hakata, no esforço de levar o santo homem em correria pelas estreitas vias, assoladas pela traiçoeira peste, entre o casario ao longo dos muitos canais que demarcam os vários bairros tradicionais de Hakata, que, em louvor e gratidão aos bravos desse dia, as gentes de cada Nagare (流 — 'ribeiro' ou 'canal', designação dada aos bairros antigos de Hakata) houveram de, a cada ano que passa, em Julho, tratar de erguer um palanquim idêntico ao dessa egrégia jornada, re-encenando e celebrando com a devida solenidade ritual a proeza e a nobreza atávica dos seus antepassados e dos Espíritos alados que os guiaram nessa feita.

São, ao todo, sete os Nagare representados no Hakata Gion Yamakasa, cada um se fazendo representar pelo seu kakiyamakasa (舁き山笠), de dimensões compreendidas entre 5 e 6 metros de altura e cerca de uma tonelada de pêso.

O lugar da nossa residência situa-se bem no centro do 'teatro de operações' do Hakata Gion Yamakasa, e em particular da 'àrea de ensaios' do Ebisu Nagare — 恵比須流 — e muito próximo da zona do Chiyo Nagare — 千代流 —, e, na Quinta-Feira da semana passada, ao deambularmos pela cidade ao cair da tarde, foi precisamente o kakiyamakasa deste bairro, o primeiro com que deparámos.

Confesso que não fui capaz de identificar o personagem, espírito ou kami (神) representado no kakiyamakasa do bairro de Chiyo. Esclarece-me, a Etsu, de que se trata de Tachibana Muneshige — 立花宗茨, 1567 - 1642 —, Samurai e General, vassalo de Toyotomi Hideyoshi, e pouco mais vos posso dizer sobre tão ilustre personagem, além da minha suposição de que seria, certamente, homem bem conhecido dos NanBan do seu tempo.


De volta pelo território do Ebisu Nagare, o respectivo kakiyamakasa não deixa margem de maior para dúvidas.

A figura no topo do andor, fazendo-se acompanhar de um peixe gigante, trata-se, inequivocamente, de Yebisu (ou simplesmente Ebisu)-No-Kami (恵比須の神), um dos 'Sete Deuses da Boa-Fortuna' — 七副神, Shichi Fuku'Jin —, também conhecido por Hiruko (蛭子), kami (, 'deidade' ou 'espírito') protector dos pescadores e 'deus dos negócios e da prosperidade'. O próprio empresta seu nome a uma pequena ponte nesta área, que oportunamente fotografei e convosco partilhei há alguns meses.



De caminho pela longa e movimentada Taihaku-Dori (大博通り — Avenida da Grande Sabedoria), deparamo-nos com o primeiro dos gigantescos kazari'yamakasa (飾り山笠), 'andores' com propósitos óbvia e meramente decorativos, como o termo 'kazari' (飾り— 'ornamental' ou 'decorativo') evidencia.


Os enormes kazari'yamakasa atingem, via de regra, entre 15 a 17 metros de altura e pesam várias toneladas, não sendo, por isso, adequados a passeatas sobre mãos humanas, limitando-se, pois, a assentar arraiais nas principais artérias da cidade, cumprindo o estrito propósito de publicitar a saison do grande 'matsuri' que se anuncia para os próximos dias.

A miríade de figuras e côres que compõem estas colossais estruturas, fá-las, de facto, tão vistosas quão confusas, e confesso que, no decurso deste nosso passeio, quase não logrei identificar uma só figura que fôsse entre as inúmeras efígies em exibição...

Mais adiante, em Meiji-Dori (明治通り), próximo do imponente Hakata-Za — 博多座, soberano teatro de Kabuki da cidade —, um outro carnavalesco kazari'yamakasa.



Não muito longe, o kakiyamakasa de um outro Nagare, desta feita o Dai'koku Nagare (大黒流), que toma o seu nome de empréstimo a um outro dos ditos 'Sete Deuses da Boa-Fortuna' — 七副神, Shichi Fuku'Jin —, desta feita ao Daikoku'Ten — 大黒天 — ou Daheitan, estranho nome que significa, literalmente, «O Grande Céu Negro», e cujo desempenho, nesse restrito panteão de 'deuses-do-acaso', é o de "deus do comércio e dos bons negócios", sendo comum encontrar o seu distinto rosto negro em várias lojas por esse Japão fora. E é o próprio a pontificar neste singelo palanquim...





...E ainda, passando uma vez mais por Meiji-Dori...





Num mercado popular mesmo defronte, encontramos, poucos metros adiante, este simpático kazari'yamakasa dedicado aos mais pequenos...


Doraemon & Amigos é, ainda e sempre, um 'clássico' da miudagem do Japão e além-ilhas.


Outros, deveras curiosos e tematicamente bem mais complexos, vão surgindo de caminho...








Aqui um outro kazari'yamakasa dedicado às deidades do Vento (Fujin — 風神) e do Trovão (Raijin — 雷神), mas pareceu-me haver, entre os transeuntes (locais, e por via de um ou outro comentário que pude escutar), quem não soubesse identificar estes dois kami omnipresentes onde quer que vamos no Japão...



Ainda, do exterior do mesmo complexo comercial...




...E passando por Nakasu (中州), o nosso animado "red light district"...








Já longe de Hakata-Ku (博多区), próximo da zona chique de Yakuin (薬院), um outro kazari'yamakasa de temática infanto-juvenil, mas cujos personagens, confesso, nada me dizem...

Se algum dos meus queridos leitores me puder elucidar sobre a identidade de tão pitorescas figuras, a gerência agradece.




O temível remo de batel talhado em jeito de bokken identifica, sem margem para dúvidas, a figura que o ergue em intrépido vôo sobre o adversário... Deste, não dúvido que, do mais novo ao mais idoso dos transeuntes, não haja um só que não saiba de quem se trata...



O Hakata Gion Yamakasa realiza-se pela madrugada do próximo dia 15 de Julho.